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31 de jul de 2010

VERSOS LEVIANOS


Sou o teu rio de mágoas
De lua cheia me inundo
E morro nas águas rasas
De um oceano profundo.

Colho flores numerosas
Da pedra da minha vida
E sei das tolas mimosas
De alguma rosa suicida.

No escombro da poesia
Há ninhos e andorinhas
E o chão da erva esguia
Por onde nua caminhas.

No jardim de sepulturas
Há as juras que nem fiz
Dos afetos e as ternuras
Que me deixaram feliz.

Afonso Estebanez

3 comentários:

  1. As palavras sem afeto
    Nunca chegarão aos ouvidos de Deus.

    Shakespeare


    Amor & Paz no seu Domingo.
    Beijos do meu para o seu coração!!

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  2. Há uma doce luz no silencio,e a dor é de origem divina.
    Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo,
    e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo.

    Cecilia Meireles

    Uma semana de paz e luz...Beijos na alma.....M@ria

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  3. CARO POETA ADMIRO SEUS POEMAS QUE TANTO ENRIQUECEM NOSSA LITERATURA E ALMA!
    SOU UM GRANDE FÃN SEU...
    NÃO SOU POETA NEM PERTO DISSO...MAS GOSTO DE ESCREVER O QUE SINTO E TERIA O PRAZER EM TE-LO EM MINHA PG?...ABRAÇO
    FABIEM CHAZAK

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