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2 de jul de 2009

SONETO DO AMOR PRESENTE



Se o coração transpôs tanta distância
havida entre minh’alma e teu destino
é provável que eu torne à tua infância
e retome os meus sonhos de menino.

Às vezes fim e às vezes circunstância
vez por outra esperança ou desatino,
vai meu amor num rio de abundância
como a infância num gozo repentino.

Prometo não deixar que essa tristeza
descendente da ausência de nós dois
seja herdeira comum dessa saudade.

Quiçá o amor nos seja uma surpresa
em que sonhar não seja mais depois
mas agora em tamanha eternidade...

Afonso Estebanez
(Homenagem a Vinicius de Moraes)

6 comentários:

  1. Maravilhoso poema! Aliás, nem sempre é possível descrever o que pensamos e só apreciar.
    um abraço e bom final de semana

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  2. Boa noite!!
    Se soubéssemos tudo aquilo
    que está para acontecer amanhã,
    a vida perderia o seu sentido;
    pois os mistérios que ela nos
    reserva são os incentivos para
    acordar no dia seguinte!!
    Um grande beijo!!

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  3. Este espaço está maravilhoso, poemas, imagens, formatação e música...é incrivelmente belo!
    um abraço

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  4. Meu coração esta em festa! Que alegria encontrar um blog repleto de humanidade. Parabéns!

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  5. Belíssimo Blog...tudo é perfeito!
    Parabéns, sempre, Poeta!

    Abraços,

    Reggina Moon

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