
O aroma é a parte da alma
da brisa que a chuva deixa
como lembranças da calma
da saudade que se queixa.
Saudades das flores findas
entre as pedras do jardim,
por causa das rosas lindas
que moram dentro de mim.
O orvalho em gotas de luz
é o vinho que excita a flor
como a paixão sem a cruz
em meu calvário sem dor.
Falo que rosas não falam,
mas as minhas falam sim:
o aroma que elas exalam
é o verbo dentro de mim.
Afonso Estebanez
É...Afonso, um bom poema, principalmente quando você conclui empregando o verbo. O verbo representa muita coisa. O (V)verbo em dois aspectos é infinito. 1º Jesus que é o verbo etermo e verbo que é verbo: amar por exemplo.
ResponderExcluirEstou te seguindo.
Parabéns pelo Blog.