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20 de mar de 2009

UMA CARTA POR UM SONETO


Segue o teu nome no papel dobrado
nesta carta com linhas de esperança,
segue também um vulto do passado
do presente guardado na lembrança.

Segue refém da minha insegurança
um pleito de ternura aqui invocado
na crença de que a jura não alcança
o amor que um dia já me foi jurado.

Cada meu dia é escravo de meu dia
cada memória é sonho da memória,
cada lembrança é como despedida...

Ah, triste o amor cuja manhã tardia
traz no crepúsculo da vaga história
o amor de uma alvorada anoitecida...

A. Estebanez

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